sexta-feira, fevereiro 6

Eu em mim mesma.

Eu, ciente de mim, esvaziei os meus espaços para não cometer os mesmos erros, nem alimentar as velhas angústias. Eu, despida de mim, revelei os meus fracassos, as minhas inseguranças, destemperanças, fragilidades, sem ter medo da cara dura. Eu, movida por mim, me remontei de alegrias, reciclei as decepções para sorrir de mim mesma, das minhas loucuras. Eu, renovada de mim, sou metade preenchida e a outra a espera das novas experiências. Eu leitura de mim, agora me leio inteira, sem o medo e vergonha de saber quem eu sou.