segunda-feira, outubro 10


Talvez fosse mais fácil estar sozinho se a sociedade não nos cobrasse tanto a fuga da solidão. Quando desacompanhados aprendemos de forma mais equilibrada quais são os nossos limites. Nos encorajamos, crescemos e entendemos que nem sempre ter alguém ao lado significa não ter espaços vazios.

Não temo a solidão, pois tenho aprendido conviver comigo sem medo. O que verdadeiramente temo e tremo é não ter mais a esperança de um mundo sadio ao amor em mais uma década a frente.