quinta-feira, junho 4

O gosto, do não gosto do gostar...

Não, eu não gosto de homens chatos, sem senso de humor, arrogantes e prepotentes. Não gosto de status. Não impressiona o que tem na conta, o carro que anda, nem muito menos a marca que veste.

Não tenho paciência com os labiadores, dos convictos, dos movidos pelo orgulho, dos que falam 10 gírias em uma única frase, e principalmente daqueles que o mundo gira em torno de Sexo. Carro e Futebol deixem para a manhã de domingo, a Globo oferece bem isso.

Os frios e calculistas não me geram curiosidade. Os egocêntricos não me apetecem nenhum sentido. Os musculosos, bombados e derivados não me instigam os olhos, mas saúde me interessa.

Os desocupados podem mudar o mau hábito, os desestimulados podem ser motivados, e os mal amados, sempre haverá um novo alguém para amar.

Não gosto de distâncias, mas elas me perseguem. (XÔ!)

Gosto de uma boa educação, cavalheirismo, atenção, romantismo. Dos maduros, dos que tem assuntos, dos olhares interessantes, da postura serena, e até das agitadas.

Gosto dos desenrolados, dos que tem atitude, dos tagarelas, dos (im) pacientes em dose, por favor.

Prezo pelos humildes, dos que usam da sinceridade, dos que amam a família, dos que valorizam as amizades, daqueles que são esforçados em tudo que fazem e que não desistem fácil.

BINGO! É, é isto... Alguém que não desista tão fácil, porque diante dos seres imperfeitos que nós humanos somos, capazes de errar a qualquer tempo, não podemos desistir tão fácil dos relacionamentos que são proporcionados. Porque é esta a anomalia do mundo, AS PESSOAS DESISTEM MUITO FÁCIL, NA PRIMEIRA ADVERSIDADE DAQUILO QUE ELAS ESTÃO APRENDENDO, OU JÁ APRENDERAM A AMAR.

Depois ficam a reclamar do amor, e não ousam aperfeiçoar a sua persistência, a capacidade de ponderar os atos e de ser maleável a algumas falhas que são muitas vezes permissíveis a recomeçar...

*Sem criatividade para títulos, aliás, eu tenho um grande problema com isto!