sábado, maio 9

A cor dos sonhos no amarelo do sol.

Dentre todas as coisas que vieram a acontecer, desejava-se que mesmo com todas as dificuldades, os sonhos não viessem a deixar de existir.

Conturbados e por fora, a varinha quase mágica de condão estralava-se na realidade cheia de significados, àquela que para o historiador Durval Muniz, dentro da Literatura, não cabe em sua acepção da palavra. Por isto, se faz história.

No teto de casa pega-se com as mãos todas as estrelas contempladas, conquistadas num curto período de vida com garras afiadas e bem dispostas nos seus planos já estabelecidos.

Dali por diante, o que se entende do caminho, é que as complicações dilacerantes para a emoção existiriam e não findariam tão fáceis quanto gostaria, se é que gostaria. Caberia, nas definições das metas, traçar um aprendizado em que houvesse resistência, e, principalmente, força.

O gosto da recompensa sempre foi valioso, indescritível, como este de agora em que numa fase tão generosa de ser, sente-se o abraço caloroso sem que o corpo precise se entrelaçar a qualquer outro corpo.

Entre os sonhos que emergiam do externo, dias a fios passavam tecelados pela força de vontade, onde o imaginário não se contrapunha ao real, desfazendo certas teorias e criando novas.

No mundo de nada encantado, mas cheio de encantos, onde as metáforas de Rita Apoena, diriam que dormimos para sonhar por dentro, retiro dos meus sonos o combustível necessário para que de dia, sobre os sonhos já claros e sem muita linearidade, eu possa contornar o meu horizonte sem cansaço, mas com toda disposição de seguir as cores que o arco-íris manda quando sol já se aponta bem amarelo.

Para recomeçar só existe, atemporalidade e você. Hoje é o dia de pôr a cor do seu sonho junto com o amarelo do sol.

Boa sorte.